Pular para o conteúdo
Quarta-feira, 21 de outubro de 2026 🌦️ Manaus 28°C Garoa fraca
BRASIL

Janones ironiza tentativas de barrar o Exército do Lula

Ygara news
Compartilhar
Janones ironiza tentativas de barrar o Exército do Lula

O deputado federal André Janones ironizou as ações movidas pelo senador Flávio Bolsonaro contra o canal de WhatsApp Exército do Lula. Segundo o parlamentar da Rede de Minas Gerais, cada tentativa de censurar ou derrubar a ferramenta resulta na adesão de aproximadamente um milhão de novos membros. O grupo criado para apoiar a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já ultrapassa a marca de quatro milhões de usuários.

A campanha do petista registrou formalmente o canal na Justiça Eleitoral na terça-feira dia 13, atendendo a uma exigência do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Com o cumprimento da regra, o magistrado considerou o impasse encerrado após emitir despachos anteriores para suspender a atividade do grupo. Janones apontou que houve sinais de tratamento desigual na corte e criticou a decisão inicial tomada sem análise profunda de provas.

Apesar das críticas à medida que atendeu a um pedido da campanha adversária, o deputado afastou qualquer intenção de promover ataques contra o Poder Judiciário ou contra o próprio ministro Nunes Marques. Em um áudio direcionado aos seguidores com mais de 300 mil visualizações, Janones pediu que os participantes evitem retaliações institucionais. Ele reforçou que o objetivo do grupo é a defesa da democracia e orientou que eventuais críticas sejam direcionadas exclusivamente a quem solicitou a suspensão.

A defesa de Flávio Bolsonaro havia acionado a Justiça sob a premissa de que o canal disseminava conteúdos falsos relacionando o senador a milícias e lavagem de dinheiro. No entanto, um relatório técnico divulgado pelo TSE na segunda-feira dia 12 apontou que os materiais citados na queixa não foram localizados nas publicações analisadas. Diante do desfecho, Janones garantiu que continuará utilizando a plataforma para mobilizar apoiadores dentro da legalidade.

Com informações de redir.folha.com.br.

Leia também